Take a look at the past

Música de fundo no blog?

terça-feira, 29 de Dezembro de 2009

i@ 'Mais uma bola de sabão'...

... é o novo espaço aqui da Girl in Motion.



Vão passando por .

E sim, claro que o Treck Treck vai continuar, com a sua postura inconstante e informal. (Este blogue é 'in' por natureza :D )

Desabafo #30

"Somos consequências que sentem"


"A minha sensibilidade
é como uma chama ao vento"

Bernardo Soares


Mas não consigo deitar-me no chão e sorrir. Eu nunca ganho os dias. Eu perco sempre. Porque quero sempre demais. Como é suposto agora fechar os olhos, adormecer e sorrir? Não consigo ser um girassol. Sou uma chama que quer sempre arder mais. E luto em vão contra o vento. Eu perco sempre os dias. No fim, há segundos perdidos a pensar no que se perdeu; e não segundos ganhos a sorrir com o que se ganhou.

No fim, o sorriso não perdura.

Estou a consumir-me a mim própria.

domingo, 27 de Dezembro de 2009

i@ "Just wait. If he likes you...

... he'll end up talking to you"



Bullshit --'
People are messy.
Stand up for yourself u.u







Tenho dito :x





sábado, 26 de Dezembro de 2009

Segunda nota para a "eu" do futuro


Do not overreact.


quinta-feira, 24 de Dezembro de 2009

Natal e tal..

Talvez a única tradição realmente significante que eu tenha na minha vida seja fazer filhoses na tarde da véspera de Natal. Não há grandes jantares de família. Nem histórias à lareira. E até o frenesim das prendas se perdeu. Há sofás aconchegantes, cobertores quentinhos e filmes para ver. E há um prato de filhoses na mesa ao lado.


No ano passado, foi isto. Este ano, não digam a ninguém que o Pai Natal existe.




'Há dias em que a leveza do ar me faz ser feliz.'


Que respirem.
E que sejam felizes.
Feliz Natal ^^

quarta-feira, 23 de Dezembro de 2009

Avatar e tal.


Ora, ontem, cinema comigo.

Como não podia deixar de ser, calhou-me um casal devorador de pipocas ao meu lado. (nem queiram ver o chão ao intervalo :p)

O filme? Avatar.
Pois. Também me apetecia ver o 2012, e Uma Aventura na Casa Assombrada, e o Planeta 51...

Foi muito giro, muito giro.

Sobretudo, gostei da mensagem do filme. A relação que os Na'vi têm com a Natureza dá-nos uma grande lição. Embora eu ache que a maioria das pessoas vai olhar para o filme como entretenimento. Quando saí de lá, fui à Worten, e lá estava um jogo para playstation do Avatar. (E eu sou maravilhosa, porque até faço publicidade a isto).

Enfim. Os cenários são espectaculares. Adoro a flora do planeta. Um autêntico paraíso. O trabalho que aquilo deve ter dado. Por acaso gostava de ver o Making Off. Quanto às personagens, os nativos eram extremamente fofinhos, mas dispensava-se a cauda u.u

Já não se pode, no entanto, dizer que era uma história imprevisível. Sem contar aqui o fim, acho que já todos sabíamos o que ia acontecer. Mas também compreendo. A fórmula dos filmes é sempre assim. Segue a sequência das tragédias clássicas (desafio, conflito, destino, sofrimento, reconhecimento, clímax, peripécia, catástrofe, catarse).

Diálogos dinâmicos e inteligentes, que nos fazem rir. E chorar (foi quase, quase :p). E o 3D não faz assim muita diferença, a não ser, como disse a Catarina, para nos fazer desviar de granadas de fumo.

Aconselho e tal ^^
Só a quem não passa os filmes de ficção científica a dizer 'ganda mentira!'.

segunda-feira, 21 de Dezembro de 2009

Aviso já que este post não faz sentido x)

Sei nada. Que histórias de dragões e princesas me ficaram por contar? Se não tenho migalhas espalhadas no chão para poder voltar e se não perdi nenhum sapato, sou quase nada. Se os eucaliptos dançam ao sabor deste vento e eu permaneço imóvel a fitá-los, nada. Se o único barulho que ouço é o eco do silêncio da chuva que se calou, nada? Se abro a janela e grito para a rua que alguém faça chover, nada. Assim: nada, não há nada, hoje é nada, tem sido nada. Se de vez em quando uma nuvem se desvia e eu olho de repente com um sorriso nos olhos, continua a ser nada. Assim, nunca deixa de ser nada. E quando eu digo a mim própria que sou forte, como posso eu resistir se isto não passa de nada? Se quando adormeço é nada. Se quando acordo é nada. Mesmo quando às vezes parece tudo, pode ser nada. Não sei nada se for nada. Não sei nada se for tudo. Mas se tudo for nada para lá da janela, eu sou mesmo nada. E se tudo for mesmo tudo para lá da janela, eu continuo a ser nada. Porque sei nada. Que histórias de dragões e princesas me ficaram por contar? Sei nada.

Ídolos: 'os 3 melhores'

Carolina, adoro a atitude.



Carlos, adoro a energia.


Filipe, adoro a voz.

sábado, 19 de Dezembro de 2009

i@ Tenho saudades...

... das conversas absurdas ao sol.

25º momento luminoso

Girassóis ao vento

Não. O Sol não aquece como devia. Ou está-se à sombra sem saber. As direcções estão trocadas. Segue-se por uma estrada a pensar que se vai chegar a algum lado, e afinal cai-se num abismo inesperado. A bússola desmagnetizou-se. Há quem não ligue a nada. E há quem ligue demasiado.

Por cá, quer-se fechar os olhos e sonhar. As crianças também são assim. Choram muito até encontrarem um brinquedo novo. Por cá, são desafios que fazem esquecer o frio. Por cá, ainda alguém se quer fazer ouvir. Por cá, ainda alguém não morre calado.

As nuvens não se vêem, mas estão lá. Por cá, sabe-se isso. Mas por cá sabe-se também que a cada minuto o vento as muda de sítio. Por cá, ninguém está triste. Por cá, é tudo feliz. Mas aqui ninguém sabe ser feliz. Porque há nuvens ocultas que assombram.

Por cá, há vozes que gritam o que não se quer ouvir com grande credibilidade. Por cá, nada é o que é, embora se quisesse muito. Por cá, tudo paira em incertezas flutuantes. Por cá, salta-se de nenúfar em nenúfar só com um pé. E olha-se à janela.

Por cá, é-se girassóis ao vento.
Por cá, a tragédia é esta.